quarta-feira, 27 de abril de 2011

ENCONTRO VIVENCIAL




VOCÊ É UMA PESSOA ASSERTIVA?

Não sabe? Depende?
Deseja aperfeiçoar a sua forma de se relacionar com o outro?


Então venha conferir, pois neste encontro você irá compreender que ASSERTIVIDADE é uma habilidade social e por isso pode ser desenvolvida e, também, perceber que você pode expressar seus pensamentos e sentimentos de forma honesta e objetiva sem ferir a auto-estima do outro.

PROGRAMA


• O que é ASSERTIVIDADE
• O que gera a INASSERTIVIDADE
• Qualidade de Vida Individual e em Grupo
• Diferença entre Comportamento Passivo, Agressivo e Assertivo
• Como ser Assertivo
• Passos para a mudança

HORÁRIOS ALTERNATIVOS

TARDE: Dia 29 de Abril – 6ª feira das 14 às 17hs

NOITE: Dia 05 de maio – 5ª feira das 19 às 21:30hs

LOCAL: Rua Sorocaba, 264 - (10 min. do Metrô Botafogo e ao lado da academia KRAV MAGÁ)


INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES:

construiridentidade@gmail.com


O que é assertividade?

O termo assertividade origina-se de asserção. Fazer asserções quer dizer afirmar, do latim afirmare, tornar firme, confirmar e declarar com firmeza. (...)

A postura assertiva é uma virtude, pois se mantém no justo meio-termo entre dois extremos inadequados, um por excesso (agressão), outro por falta (submissão).

O significado de assertividade tem sido distorcido, promovendo resistência nas pessoas. Muitos entendem que ser assertivo é ter apenas uma comunicação sincera e objetiva, sentido-se com o direito de dizer muitos "nãos" e poucos "sims" aos outros, "doa a quem doer e custe a quem custar". (...)

No ambiente profissional, o perfil assertivo é cada vez mais valorizado, principalmente num mercado de mudanças contínuas, que exige decisões objetivas e focadas nos resultados esperados e que considera relevante a construção de parcerias. A técnica assertiva "aposta" na mudança de comportamento passivo ou agressivo para um comportamento maduro e honesto, adaptado a todos os tipos de personalidade.

O comportamento assertivo é ativo, direto e honesto, transmitindo uma impressão de auto-respeito e respeito pelos outros. (...)

Uma pessoa assertiva vence pela influência, atenção e negociação, oferecendo ao outro a opção pela coorperação. Não oferece retaliações e estimula a comunicação de mão dupla. (...)

Ser assertivo é dizer "SIM" e "NÃO" quando for preciso. (...)

Para se tornar uma pessoa assertiva, você precisa se fortalecer com as atitudes que chamamos de base para comportamento assertivo. Sem elas, é impossível desenvolver uma comunicação em que você afirma seu eu sem massacrar o eu do outro.

* AUTO ESTIMA: origina-se da imagem que você tem de si mesmo. É a sua reputação vista por seus próprios olhos. É o que você pensa e sente sobre si mesmo. A qualidade da auto-estima depende de você. Depende a aceitação, da confiança e do respeito que você tem por si mesmo.

* DETERMINAÇÃO: é uma energia que faz você ter coragem para ir em frente e não desistir perante os obstáculos. É ter foco e clareza sobre onde quer chegar.

* EMPATIA: é colocar-se no lugar do outro mentalmente e sentir o que o outro está sentindo numa determinada situação. Somente pessoas maduras conseguem estabelecer empatia.

* ADAPTABILIDADE: é adequar seu estilo de comunicação e entrar em sintonia com seu interlocutor, seja uma criança, seja um idoso, tenha nível cultural alto ou baixo.

* AUTOCONTROLE: é assumir que o ser humano é bastante emocional e usar da racionalidade para gerenciar as emoções, não perdendo o controle das situações.

* TOLERÂNCIA À FRUSTRAÇÃO: é aceitar que não podemos só ouvir sins, pois exitem os nãos que são pertinentes e justos. Isto significa aceitar a diversidade humana.

* SOCIABILIDADE: é gostar de estar com pessoas, é se preocupar com o bem-estar do outro assim como o seu próprio. É tratar as pessoas com naturalidade e sem idéias preconcebidas.

Além dessas atitudes, existem três condições para ser assertivo:

1. Saber o que quer e aonde quer chegar
2. Partir de um pensamento positivo
3. Ser proativo para atingir os resultados

sábado, 16 de abril de 2011

O amor e suas letras – Vera Pollo



O que é o amor? A filosofia o define como uma das paixões da alma ou do ser, lado a lado com o ódio e a ignorância. Mas o amor sequer existiria, se dele não falássemos, argumenta o literato (La Rochefoucauld). E o que diz a psicanálise? “A transferência é o amor”, resume Lacan, com algumas décadas de distância, uma das descobertas primeiras da psicanálise: o amor de transferência. Este, segundo Freud, em nada difere do amor que ao mesmo tempo une e separa os seres falantes onde quer que estejam.

Eros, um dos nomes do amor na mitologia grega, passa a fazer parte do vocabulário psicanalítico como sinônimo da pulsão de vida, cuja tarefa é “amansar a pulsão de destruição”, desordenar o seu caminho silencioso em direção à morte. Para Freud, o amálgama vida/morte e seus efeitos de amor/ódio subjazem a todos os fenômenos que se dizem humanos.

Não existissem os impasses do amor, não existiria a psicanálise. Freud ensina que o amor ou é narcísico ou é edipiano. O primeiro não é senão amor pela própria imagem, lugar no Outro onde me vejo amável. Em contrapartida, o amor edipiano é necessariamente um amor a três. Nele, o terceiro excluído é condição sine qua non. E o ser amado, inevitavelmente um substituto. Fala-se, por isso, de erro de pessoa, pois, no fim do baile, ao apagar das luzes e ao cair das máscaras… não era ele, tampouco era ela.

Freud denomina Mannlich Typus, amor do tipo masculino, aquele em que ocorrem a idealização do objeto e a sublimação da pulsão. Lacan o aproxima das manifestações de amor que tem lugar na França, no decurso da Idade Média: o fin’amors e o amor cortês. Amor de cancioneiros e poetas, ele acaba por criar a Dama cuja perfeição a torna inacessível. É a Beatriz de Dante cujo bater de pálpebras moveria o mundo, nos versos daquele que a criou.

Freud enumera ainda as antíteses do ato de amar: a indiferença, o ódio, mas também a posição passiva daquele que demanda apenas ser amado. No Seminário, livro 8, Lacan nomeia a transferência de “milagre do amor”. Ao cotejar o texto freudiano com O Banquete de Platão, ele assim conclui: o milagre é a transformação de érômenos em érastès, isto é, a passagem da posição de amado e desejável à posição de amante e desejante.

Como o amor é propício aos aforismos, Lacan propõe alguns em seu seminário sobre a angústia. Ele aí afirma, por exemplo, que “somente o amor permite ao gozo condescender ao desejo.” (Lacan 1963/2005: 197). O amor pode vir a se alojar na hiância que separa o desejo e o gozo, tornando então possível gozar e desejar com o mesmo objeto. Sim, porque Lacan também descobre nas mulheres o mesmo desdobramento da vida amorosa que Freud descobrira nos homens: de um lado, o parceiro do desejo, do outro, o parceiro do amor. A pequena diferença está no fato de que, enquanto os homens amam de forma fetichista, as mulheres o fazem erotomaniacamente. Elas amam no homem sua relação com o saber, ou seja, o inconsciente. Um homem, porém, ama numa mulher o que lhe falta, e por isso fantasia um masoquismo feminino. Num fim da análise, há então alguma diferença.

Mas há também os casos em que falamos de um possível curto circuito terapêutico da análise por meio do amor. Pois o lugar do analista não é propriamente o do amor, e sim o de um desejo advertido. Advertido, inclusive, das armadilhas do amor. Sua aposta, com Lacan é a produção de um amor inédito, sem cegueira ou servidão.

“O amor demanda o amor. Ele não deixa de demandá-lo. Ele o demanda…mais…ainda.” Eis como Lacan dá a partida ao Seminário, livro 20. Se já observara que o discurso analítico é o que sempre emerge no giro de um a outro discurso, ele agora o confirma, asseverando que “o amor é signo de que mudamos de discurso.” No discurso analítico só se fala de amor. Fala-se de seus obstáculos, fracassos e rateios. Eventualmente, de seu êxito. É que o amor pode fazer suplência à relação sexual que não existe. A proporção sexual que não se inscreve inconscientemente, conseqüentemente não se escreve. Em contrapartida, “a única coisa séria a ser feita é a letra/carta de amor”. (Lacan 1972/1985)

Será que, então, a letra de amor faz série? O amor se escreve em cartas, poesias, romances e canções. Quem nunca recebeu ou enviou um bilhete de amor? Um pequeno gesto? Um sinal de amor? Vinícius, nosso poetinha – como o chamávamos carinhosamente – não desconheceu em seus versos que existe o fim do amor, o que não o impediu de desejá-lo “eterno, enquanto dure”. Tom versava e dedilhava incansavelmente o quanto “é impossível ser feliz sozinho”. Paulinho, viola sob o braço, canta que “só um novo amor pode apagar” as marcas de desencanto de outro amor.

Saberemos nós, psicanalistas, tomar o amor ao pé da letra? Desfazer os nós da transferência? Conduzir analisandos da demanda de amor à pulsão? Saberemos trabalhar com a letra?

quarta-feira, 13 de abril de 2011

HORTIFRUTI

A agência capixaba MP Publicidade, é a dona da campanha super criativa do HORTIFRUTI, uma rede de venda de legumes, verduras e frutas. O HORTIFRUTI,  há 2 anos inovou em suas propagandas, criando uma série baseada em títulos de filmes onde os atores principais são os próprios produtos da loja. Os cariocas, ficavam na expectativa da próxima propaganda, que era sempre estampada em um outdoor no Centro do Rio... E o lançamento sempre as segundas-feiras.






O meu outdoor predileto é o Quiabo veste Prada. E o seu, qual é?

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Acho que é saudades...


Ep4

Paloma, Rafaelly, Julianna, eu e Juliana.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Sentimento oceânico




Como definir esse sentimento que invade a alma,

Sentimento oceânico?

Imensidão de quereres, de infinitas não respostas do eu,

Tão centrado e desmedido?

Como pensar o amanhã, sem medos, sem desejos secretos,

Possíveis recalques insanos?

Porque o presente se faz instante no ato que não desato,

Tempo senhor instantâneo?

Descartável que transformo como movimento intercessor

Transformar o quem do eu que já sou?

Eu?

Será que ser á?