EU venho tentando liberar a minha escrita, versos, palavras, em imagens do cotidiano que EU vivo e vão se transformando em muitas possibilidades. EU bebo das minhas próprias quimeras, alimento o que desejo e entre sonhos EU vou por aí. São ciclovias, pistas, carros e sinais que preciso respeitar. EU falo e rezo, EU peço e penso... EU rego as minhas plantas e espero as suas flores, delicadas flores rosas, brotarem como pequenas e inúteis esperanças coloridas. EU sou o que quero ser agora, nesse momento de longa espera, escrever... EU chamo de beleza a alegria que me chega tímida, porém, só minha. EU rio da minha escrita sem folego, dos meus erros de português escasso. Mesmo assim, a gramática ruim me liberta e me condena. Enfim, EU dou fim no meu tempo que nem sempre posso controlar, EU vou esperar!
